A segurança do paciente deve ser pensada como algo mais amplo do que a minimização dos efeitos adversos que os medicamentos e materiais médicos podem causar. 

Embora seja fundamental analisar essas ferramentas e evitar recorrências, é também importante selecionar os melhores recursos tecnológicos para que as intervenções terapêuticas sejam eficazes e possibilitem qualidade de vida aos pacientes em recuperação.

Bons exemplos disso são o uso do eletroencefalograma e a técnica adequada para a realização de exames de espirometria, que propiciam resultados significativos na qualidade de vida do paciente.

Do mesmo modo, é interessante manter a segurança do paciente em relação ao registro dos procedimentos realizados e o rastreamento das condutas clínicas, de modo a responsabilizar os profissionais de saúde.

Quer saber como a tecnologia auxilia na segurança do paciente? Então, confira as informações no post de hoje!

Por que a tecnologia é importante para a saúde?

A tecnologia em saúde veio para organizar os processos assistenciais, diminuir o número de formulários e facilitar a integração dos dados. Tudo isso ajuda a identificar os erros e monitorar os resultados.

Ademais, o uso dos recursos tecnológicos reduz o consumo de papel, promove a sustentabilidade das empresas clínicas e organiza os diversos tipos de atendimentos realizados nos pacientes.

A tecnologia possibilita também a integração das atividades assistenciais, gerenciais e financeiras, pois, centraliza todos os dados em um software de gestão de clínicas de fácil operacionalização pelo usuário.

Esse cenário é crucial para a elaboração do planejamento estratégico situacional, que mostra os pontos fortes e fracos da empresa e facilita a tomada de decisão pelo gestor, apurando também os indicadores clínicos.

Quais são as principais tecnologias para a segurança do paciente?

Além de uma plataforma informatizada para a gestão de clínicas, é possível obter outras ferramentas igualmente interessantes do ponto de vista assistencial e econômico para o gestor — com destaque para o prontuário eletrônico e o Big Data. Confira: 

Prontuário eletrônico

Trata-se de um compilado de informações que são armazenadas mediante os atendimentos dos pacientes. Os dados são inseridos e atualizados constantemente, podendo ser editados conforme o perfil de cada usuário.

Dessa forma, a história clínica e medicamentosa do paciente pode ser analisada de forma integral, mensurando as condutas assertivas e evitando aquelas que foram ineficazes para o problema em questão.

Big Data

O grande volume de dados gerados diariamente deve ser convertido em resultados úteis para os gestores. Pensando nisso, a proposta do Big Data é formular hipóteses mediante a análise dos dados obtidos.

Sendo assim, o Big Data na área da saúde tem como propósito levantar os dados relevantes e relacioná-los com a situação externa para que o gestor obtenha desfechos confiáveis e os utilize de forma racional.

A segurança do paciente é um requisito crucial nos dias de hoje. Ela está relacionada não somente às intervenções terapêuticas nos pacientes, como também aos dados integrados e monitorados conforme a identificação do usuário.

E você, como garante a segurança dos dados clínicos movimentados em sua clínica? Quais informações ainda são extraviadas? O que é preciso melhorar nesse contexto? Se quiser saber mais sobre o assunto, assine agora mesmo a nossa newsletter!